Boas oportunidades para o mercado de trabalho, porém com alguns contrapontos a serem resolvidos. Foi esse o consenso ao qual chegaram os participantes do Congresso Fenabrabe nos painéis:"Olhando para 2012" e "Visão de Futuro". Na opinião do presidente da Volvo Caminhões, Roger Alm, o país oferece condições para sustentar um crescimento contínuo. Ele disse que o país brigará pelas primeiras posições no mercado mundial de caminhões nos próximos anos. E, também, que o Brasil ocupa a quarta posição no ranking, hoje liderado pela China, detentora de dois terços do volume total mundial. Para João Batista Saadi, da Associação Brasileira dos Concessionários Mercedes-Benz, depender de recursos do governo para financiar veículos comerciais é um dos maiores desafios."Não basta financiar, já que 95% das vendas de caminhões provêm do Finame BNDES(financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos novos de fabricação nacional credenciados ao BNDES); é preciso eliminar as burocracias que impedem a agilidade do negócio. Hoje a liberação do montante pelo banco demora, no mínimo, um mês. |
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É um gargalo que devemos considerar como ponto crucial para se manter um mercado que vai continuar crescendo", disse ele. Já para o representante da Abravo (Associação Brasileira dos Distribuidores Volvo), Márcio Paschoalin, há urgência na capacitação de pessoas para a área técnica.Também defendeu a criação de um trabalho conjunto entre Fenabrave e Anfavea, direcionado para capacitar mão de obra, indo desde técnicos até motoristas de caminhão. Ele pontuou que o Sest/Senat pode ser um provável ponto de partida para esta parceria entre as entidades.
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